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sábado, 6 de fevereiro de 2010

Beija-flor

Aí vai uma foto de um dos muitos beija-flores (estará certo esse plural? está sim...) que atacam os bebedouros instalados na casa da minha mãe.



É divertido e empolgante acompanhar a festa dos bichinhos ao entardecer. Os voos rasantes e as perseguições entre eles fazem a gente prender a atenção por horas. A diversidade de cores e tamanhos também é incrível.

A foto está um tanto tosca, foi tirada com o brinquedinho novo (post anterior), mas prometo fazer fotos decentes e postar aqui ou num album no picasa.

Por enquanto é isso.

Abraço!

(A propósito... Estou postando do meu brinquedinho novo... Hehehe...)

terça-feira, 19 de agosto de 2008

'Cérebro Líquido'

 Não costumo reproduzir textos de outras pessoas, mas esse achei muito bom e não pude deixar de postar aqui. Boa leitura!
Por Mário Persona

O médico disse que meu cérebro é 80% água. Será que é por isso que meus pensamentos fluem em um turbilhão de idéias geradas por ondas cerebrais? Pode ser. Ele disse que não preciso andar com tampões nos ouvidos, porque não existe perigo de vazar.

Mesmo assim fiquei preocupado. Dizem que vai faltar água e eu fico pensando se com isso vão faltar cérebros. Ou será que é a falta de cérebros que vai fazer a água desaparecer do planeta? Pode ser, e aí
vamos sentir saudade.

Não que o excesso de água não seja um problema. Quando a banheira do vizinho do terceiro andar rachou, pensei até em abrir um pesque-pague em meu corredor. Fez lembrar da outra vez, quando o reservatório do aquecedor do quarto andar explodiu e escaldou o terceiro e o meu. Precavido, resolvi eliminar a banheira e o aquecedor de meu apartamento, e voltei ao velho e bom chuveiro elétrico. Já viu o tanto de água que uma ducha gasta?

Se você for à Europa, pode dar adeus a esse seu banho de caminhão-pipa instalado no teto do banheiro. Lá o chuveiro não esguicha água, solta neblina. Quando eu disse que ia tomar banho, vi a família da casa européia onde estava hospedado trocar olhares de apreensão. Perguntaram-me três vezes se era isso mesmo que eu queria. Conheciam a fama do brasileiro, que gasta cinco vezes mais água do que a quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde, metade só no banho.

De volta ao Brasil, fiquei em um hotel desses modernos e econômicos. Tudo é mínimo, até a TV é pouco maior que a tela de meu celular. Meu passado de arquiteto achou o modelo inteligente, mas só até a hora do banho. A ducha era de tirar o couro cabeludo, por isso abri só um pouquinho para evitar que meus neurônios saíssem pelo ralo. Afinal, um dia vou precisar daquela água para umedecer meus pensamentos.

O botão da descarga é outro vilão do desperdício. Uma privada antiga gasta de 12 a 15 litros de água,
enquanto as modernas usam seis litros ou até menos. Em outro hotel vi uma idéia que pretendo adotar na próxima reforma do banheiro. Uma caixa de descarga com dois botões: um para grandes obras e outro para pequenas iniciativas.

Como água é um recurso finito, e a que vai embora é a mesma que irá reabastecer 80% de meu cérebro no futuro, hoje penso duas vezes antes de apertar o botão do adeus. Considero uma insensatez disparar as Cataratas do Iguaçu quando o que vou lançar ao mar às vezes não passa de um mini-submarino. Um leve toque é suficiente para despedir o submersível.

Mas nem todo mundo pensa assim. A preocupação com a pressão do botão evidentemente vai depender da quantidade de massa cinzenta de cada um. Uma coisa, porém, é certa: as longas despedidas só farão aumentar a saudade.

(Texto retirado da 'Weg em Revista', disponível em http://www.weg.net/br)

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Tucanos

Essa imagem registrei aqui perto de casa. Além desse, estavam na mesma árvore outros 4 jovens tucanos.
Alguém já deve pensar: 'Viu só como ainda existem bastante animais por aí? Essa história de animais em extinção é bobagem...'
É, tem cada pensamento nesse mundo...
Se essas belas aves estão vindo se alimentar por aqui, no meio da cidade, é por que não encontram alimento suficiente nos raros bolsões de mata preservada.
Espero poder registrar mais imagens como essa por aí... Mas de preferência em alguma mata, nas margens de um rio....

Abraço a todos!!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

The Davos Question




Você já postou suas idéias??

Achei interessante a iniciativa e estou preparando minha resposta.

Tem bastante coisa que podemos fazer pra tornar esse mundinho um pouco melhor.
A pergunta se refere a ações que pessoas, empresas e governos podem realizar para tornas as coisas melhores, mas prefiro considerar aquilo que cada indivíduo pode fazer do que esperar alguma ação governamental ou corporativa. A pressão das pessoas pode sim provocar a reação das instituições, mas sem isso nada acontece.

Vamos participar... As postagens de brasileiros com relação ao assunto são poucas por enquanto...

terça-feira, 7 de agosto de 2007

VIDRO versus PET - 1º Round

Não!
Não é propaganda de refrigerante!
Hehehe...
É apenas parte do conteúdo da geladeira de casa...

Sim!!
Garrafas de vidro!!!
Aquelas velhas garrafas que muita garotada nem conhece!

Agora você se pergunta: por que ele está postando isso??
Ou ainda: por que ele compra refrigerante em garrafas de vidro??

A explicação é simples: fazer um pouco do que podemos fazer para colaborar na preservação do meio-ambiente.

E como as garrafas de vidro colaboram com o a proteção do meio-ambiente?

Essa explicação já não é tão simples, mas acho que posso resumir um pouco tudo que está por trás da utilização de garrafas de vidro no lugar das garrafas PET.

Começando do princípio

Há algumas semanas, comentando em casa sobre os problemas ambientais que todos nós enfrentamos, entramos no assunto do lixo. Conversamos em família impressionados com a quantia de embalagens inúteis utilizadas nos produtos de consumo diário (ou quase isso). Shampoo em potes de 200ml, café solúvel em embalagem para dose única, refrigerantes em garrafas PET, biscoitos embalados em porções minúsculas, etc. A lista é grande e todos nós conhecemos essa situação. Foi aí que comentei sobre o sumiço das garrafas retornáveis, especialmente para refrigerantes e água mineral, que não se encontram mais na maioria dos supermercados.

Infelizmente, como acredito acontecer na maioria das residências, essas preocupações acabaram ficando apenas na conversa calorosa e cheia de idéias daquele momento de indignação com o tamanho da poluição que causamos.

Porém, uma atitude inesperada muda essa imobilidade que nos atinge na hora de fazer algo de concreto para colaborar com o meio-ambiente. Meu pai, crescido e educado numa época em que as preocupações ambientais eram mínimas (pelo menos para a maioria da população), decide procurar as tais garrafas de vidro retornáveis. Encontrando-as em uma distribuidora local de bebidas, ele resgata um engradado empoeirado guardado na despensa de casa e compra os refrigerantes que ilustram esse post.

Mas e o preço?

A segunda pergunta que fiz ao ver que meu pai havia comprado as tais garrafas (a primeira foi para saber onde ele havia comprado) foi sobre o preço desses refrigerantes. Imaginei que por ter uma vantagem ambiental elas certamente custariam mais caro que os refrigerantes em garrafas PET. Na distribuidora local essas garrafas de 295ml custaram R$ 0,80.

Em seguida me dediquei a comparar esse preço com os dos refrigerantes em garrafas PET. Pesquisei diversos supermercados e estabeleci um comparativo calculando o preço por litro de refrigerante para cada tipo de garrafa. O resultado da minha pesquisa você pode ver aqui.

E foi grande a minha surpresa. O refrigerante das garrafas retornáveis tem preço competitivo e derruba, em muitos locais, o preço das garrafas PET de 600ml. A derrota certa acontece apenas na comparação com as garrafas de 2 litros. Mas, nesse caso, aindo pretendo investigar o preço daquelas garrafas retornáveis de 1,75l e 1,25l. Acredito encontrar nelas um preço por litro mais competitivo.

Dúvida maior: estou realmente colaborando com o meio-ambiente?

Eis que surge mais uma dúvida. A mais importante. Será que comprando refrigerante em garrafas de vidro retornáveis estou realmente colaborando com a preservação do nosso meio-ambiente?

A busca da resposta não foi tão simples e consumiu algumas noites de pesquisa e leitura de artigos, teses e sites diversos. Mas, um documento em especial trouxe uma visão totalmente nova sobre o assunto (pelo menos para mim). A dissertação de mestrado da Engenheira Mecânica Andréa Rodrigues Fabi, sob o título 'Comparação do Consumo de Energia e Emissão de CO2 entre Garrafas de PET e de Vidro, Utilizando Análise Ambiental de Ciclo de Vida' e orientada por Waldir Antonio Bizzo, mostra uma análise completa exatamente sobre aquilo que eu buscava. Sugiro a leitura desse trabalho, o que pode ser feito clicando aqui.

Somando as informações dessa tese àquelas que encontrei em outras diversas fontes (1) (2) (3), tranquilizei-me ao saber que SIM, estou ajudando o meio-ambiente!! A tese de Fabi faz um balanço muitíssimo interessante sobre o consumo de energia e a emissão de CO2 que a produção de garrafas de vidro e garrafas PET ocasionam. Essa análise inclui desde a produção, distribuição e utilização até o descarte, reutilização ou reciclagem dessas embalagens. Alguns detalhes, relativos principalmente ao transporte dessas garrafas e lavagem para reutilziação, podem alterar esse balanço, fazendo-o pender para o lado das garrafas PET. Porém, considerando as outras fontes de informação que levam em conta a origem das matérias primas e prognósticos, as garrafas de vidro mostram-se ambientalmente mais corretas. Dentre os motivos pode-se citar o menor impacto ambiental na obtenção de matéria-prima para o vidro, o menor volume de lixo no final do ciclo e a vindoura escassez de petróleo para produção de plásticos.

E agora, o que eu faço?

Infelizmente a utilização de garrafas de vidro retornáveis está, atualmente, bastante limitada pela disponibilidade. São muito poucos os supermercados que vendem refrigerantes nesse tipo de embalagem. Mas CERVEJA encontramos em todos os locais nas garrafas retornáveis. Portanto, não beba refrigerante, beba CERVEJA!!

Hehehe...

segunda-feira, 30 de julho de 2007

Attitude is every thing

Esse quadro é show de bola!!

Estou numa fase bem realista... Hehehe...


Aproveitando a deixa sobre ATITUDE: achei interessante a iniciativa do supermercado local em utilizar sacolas plásticas biodegradáveis. Fiquei pensando um pouco no assunto. Existem muitas campanhas que pedem para a população levar de casa uma bolsa, carrinho ou outra embalagem qualquer para carregar as compras do supermercado, reduzindo a distribuição das sacolas. Porém, a principal destinação dessas sacolas (depois de utilizadas para carregar compras) é justamente embalar lixo. Assim, essas pessoas que não recebem sacolas no supermercado (por estarem levando sua própria embalagem) acabam comprando sacos específicos para depositar lixo (que incomodam da mesma forma que as sacolas tradicionais por também não serem biodegradáveis). Ou seja: a contribuição da utilização de embalagens reutilizáveis para transporte de compras de supermercado tem efeito mínimo no quesito 'redução da quantia de plástico descartado'. As sacolas biodegradáveis, por sua vez, colaboram intensamente para reduzir o volume de plástico. Degradam-se em poucos meses, mas esse tempo é suficiente para serem utilizadas para embalar o restante do lixo da casa e serem recolhidas para descarte.
É apenas uma pequena parte do problema, mas acredito ser esse o caminho para colaborar com nosso planeta. Cada um faz um pouco, aquilo que está a seu alcance.
O que estamos fazendo??
Posted by Picasa

domingo, 29 de julho de 2007

Mais friozinho


Agora sim tivemos frio de verdade!!! Hehe...
-2.3ºC!!

Nos meus álbuns do Picasa postei diversas fotos da geada dessa manhã, com belas cenas de Panambi City.

O inverno forma belas paisagens...

Mas fico pensando: e quem não tem onde se abrigar?

Triste...

sábado, 28 de julho de 2007

Um pouco de frio

Olá amigos!!

Curtindo o friozinho dos últimos dias???

Hehe...

Aqui em casa fez -0.3ºC e como tinha gente duvidando, está aí a prova :)

Buenas... O tempo está curto!

Até +
Posted by Picasa

quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

McNaught 2006 P1 - Vocês viram??

Vocês viram o cometa???
Eu vi!!! Hehehe...

Dia 18 foi o melhor dia pra ver ele em Panambi, pois não havia nada de nuvens.
Porém ainda foi possível vê-lo nos dias 21, 22 e 23 já com a intensidade do seu brilho decrescendo gradativamente. É bastante possível que ainda hoje, se tivermos céu limpo, seja possível visualizar o McNaught a olho nu com boa nitidez, desde que estejamos em local mais afastado das luzes urbanas.

Um binóculo ou luneta ajudam muito na hora de admirar o cometa que é o mais brilhante dos últimos 40 anos.

Para mim foi uma grande alegria poder observar tal raridade, uma vez que outros diversos eventos astronômicos ficaram encobertos por mau tempo quando aconteceram. Nesses momentos, nós pobres mortais, ficamos realmente maravilhados com a grandiosidade do universo criado por Deus.

A foto acima foi obtida em Porto Alegre, próximo ao Guaíba.

Se alguém quiser uma dica de local para observá-lo hoje (acho que a última oportunidade e somente se o tempo colaborar!) é só pedir...

sábado, 25 de março de 2006

Tá na hora de se ligar

Enviei um e-mail para alguns amigos com o mesmo título desse post.

Mas agora, alguns minutos depois de ter enviado, vejo que o título que usei não se encaixa mais nesse caso.

Infelizmente, já passamos da hora! Já abusamos demais do nosso planeta.

Se você não recebeu o e-mail e quer entender melhor sobre o que estou falando, leia http://ultimosegundo.ig.com.br/materias/mundo/2316001-2316500/2316107/2316107_1.xml

Tento, mas não consigo entender como tanta informação, tantos avisos e alertas não conseguem conscientizar as pessoas. Vejo muitos amigos, que tiveram a mesma formação e o mesmo acesso à informação que eu tive, sem ter nenhum respeito pela natureza e pelo ambiente em que vivemos.

E o que a notícia traz é o ponto crítico de uma cultura de desrespeito. Isso começa já no nosso dia-a-dia. Alguém que joga lixo nas ruas, queima, desmata, certamente terá a mesma 'inconsciência ecológica' na hora de levar adiante seu empreendimento. Aí temos as emissões de dióxido de carbono sem controle e continuamos na mesma...

Não estou escrevendo para tentar achar culpados ou soluções, muito menos para dizer que faço as coisas da forma mais correta. Mas acho que temos que realmente pensar um pouco na forma como tratamos nosso ambiente e mudar de atitude.
Talvez já seja tarde.
Mas vou fazer minha parte ainda assim.