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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Nokia N900



Meu brinquedinho novo!

Faceiro que nem pinto no lixo!!! Kkkkkkkk

Tem suas limitações, mas tá valendo cada cent...
Até ontem tava sem aplicativo pra editar planilhas, mas hoje cedo consegui instalar o Gnumeric nele e tá tranquilaço...

sexta-feira, 25 de julho de 2008

Acessibilidade na Web : Saiba mais

Quando escrevi sobre o assunto Acessibilidade na Web, no post anterior, não procurei nada sobre o assunto no YouTube. Não lembrei e também queria que o conteúdo fosse em texto mesmo, afinal meu objetivo com esse blog é justamente escrever, pensar, pesquisar e escrever.
Hoje, porém, lembrei de pesquisar pelo assunto nos vídeos e encontrei um, muito bem produzido, que mostra as dificuldades que pessoas deficientes encontram ao tentar acessar determinados conteúdos na Internet, inclusive com alguns exemplos parecidos com os que citei no meu texto.
Há uma versão do vídeo destinada aos brasileiros pocotós (vídeo rápido, superficial, especialmente editado para você que não se interessa pelo assunto mas quer sair por aí falando que sabe tudo) e a versão completa, que está dividida em duas partes. Estou postando as duas versões logo abaixo, começando pela versão completa.

Vídeo Completo (Parte 1):


Vídeo Completo (Parte 2):



Trailer do Vídeo (versão pocotó):



No post anterior deixei o meu desafio para que você baixasse e testasse um software Leitor de Telas. Acessos ao post não faltaram, mas devem ter sido, na maioria, brasileiros pocotós que não passaram nem do primeiro parágrafo. Continuo esperando relatos de pessoas que tenham a capacidade de se colocar no lugar de outras e viver um pouco das suas dificuldades.

Abraço!

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Acessibilidade : Desafio

Nos últimos 10 a 15 anos temos vivido dois processos que ganharam muita força e tem mostrado resultados bastante positivos. Com a facilidade do acesso à tecnologia, computadores e Internet, a Web já não é mais privilégio de elites e hoje é ferramenta de trabalho e espaço de entretenimento para pessoas de todos os níveis sociais e culturais, apesar das exceções típicas de um país que abriga tantas desigualdades. Paralelamente, legislação e mudanças culturais têm permitido a inclusão de pessoas portadoras de deficiência na sociedade, possibilitando a elas o acesso ao estudo, ao trabalho, ao esporte e ao lazer. A força das desigualdades, infelizmente, também impede que essa inclusão aconteça para todos e em todos os lugares.



A planificação do acesso à informação a inclusão das pessoas portadoras de necessidades especiais são assuntos que permitem e merecem longas discussões e trabalhos de conscientização. Aqui, porém, quero tratar de um ponto específico, aquele onde esses dois fenômenos se encontram.



A educação como conhecemos hoje, difere muito daquilo que meus pais e avós viveram nas escolas. A digitalização da informação modificou a forma como estudamos, e hoje não precisamos sair de casa para ter acesso a livros, periódicos ou bibliotecas inteiras, que podem estar do outro lado do planeta. A maior parte das escolas adaptou-se, ou está se adaptando a essa nova realidade, e o processo de educação utiliza, desde as séries iniciais, recursos digitais como ferramentas auxiliares para o aprendizado. Apesar de auxiliares, a educação tornou-se também dependente delas e, em geral, quanto mais avançadas as especialidades, maior a dependência da tecnologia. Ensinar engenharia, medicina e tantas outras profissões sem computadores tornou-se inviável.



Da mesma forma, o trabalho também sofreu alterações drásticas e todas as atividades profissionais, em algum momento, dependem de recursos tecnológicos, como computadores e a Internet. Mesmo que seu trabalho seja fruto exclusivo de sua habilidade e força física, na hora de pagar ou receber contas, divulgar seu trabalho ou entrar em contato com clientes ou fornecedores você vai necessitar de um computador, de um caixa eletrônico, de um telefone celular ou de tantos outros aparelhos que surgem toda semana.



As novas tecnologias, em especial a Internet, causaram uma enorme mudança também na forma como vivemos em sociedade. A comunicação, elemento básico para a formação e manutenção de grupos sociais, foi totalmente afetada pelo advento e massificação da Web e suas infinitas possibilidades. Indivíduos com características ou interesses comuns não precisam estar próximos fisicamente para formarem seus grupos e comunidades, e as formas de interação que a Web disponibiliza permitem o convívio diário entre essas pessoas. Mesmo para nos comunicarmos com quem está a poucos quarteirões do nosso escritório utilizamos o e-mail, os programas de mensagem instantânea ou VoIP. Este blog também é resultado dessas novas formas de interação e convivência que cada vez mais agregam recursos virtuais. Ainda bem que agregam, contrariando as previsões que diziam que nossa vida seria transferida para o mundo virtual. Hoje combinamos festas pela Internet, mas elas continuam físicas, reais! Ufa!



Pois bem, com todas essas modificações no nosso modo de viver, todos nós desejamos e necessitamos usufruir dessas ferramentas e recursos inovadores. Eu não quero ficar de fora! Então, eu me aproximo de meu computador, ligo ele, espero o sistema operacional ser inicializado e surge uma bela tela, com ícones permitindo que meus olhos escolham as diversas possibilidades da informática. Vou direto para o YouTube e assisto alguns vídeos para descontrair, leio algumas notícias e escuto algumas músicas enquanto procuro imagens para incluir em um trabalho da faculdade. Feito isso, acesso o Orkut, leio e respondo os recados deixados pelos meus amigos, combino algo para o final de semana, discuto um pouco sobre assuntos diversos em algumas comunidades. Logo começam a piscar janelinhas do MSN e o mouse corre para abrí-las e ver o que meu amigo escreveu. Tento responder rapidamente, mas vejo que escrevi uma palavra de forma errada, então volto até ela, apago, escrevo corretamente e envio a mensagem com um 'Enter'. Cansado, resolvo dormir, mas antes mando uma mensagem de texto para o celular da minha noiva e ajusto o despertador do meu celular.



Agora vamos pensar um pouco. O que é necessário para que eu possa fazer tudo isso?



Vou responder:
1. Mobilidade e coordenação motora: não posso me aproximar de meu computador sem poder me locomover e não posso usar o mouse, o teclado do computador ou do celular se não tiver coordenação motora pra isso. Prenda-se a uma cadeira de rodas ou amarre seus braços e tente utilizar um PC.
2. Visão normal: preciso enxergar bem para fazer minhas escolhas nas diversas telas que aparecem, para controlar a direção do mouse, para ver meus erros, para escolher o contato correto no celular, para digitar a hora de acordar. Sem a visão, de nada servem os vídeos do YouTube e as belas imagens e ícones na tela do PC. Feche seus olhos, use uma venda, ou apenas borre sua visão com óculos de um amigo, e tente fazer alguma coisa na internet.
3. Audição normal: preciso ouvir para perceber os diversos avisos sonoros que o PC emite, para escutar minhas músicas, para entender boa parte dos vídeos do YouTube ou para acordar com o despertador do celular. É difícil isolar nossa audição, mas imagine como você acordaria sem o som do seu despertador, como entenderia as notícias da televisão ou os vídeos do YouTube.



Então, como fazem os milhões de indivíduos que convivem com uma ou várias dessas limitações?



Cerca de 14,5% (mais de 27 milhões) dos brasileiros possuem algum tipo de deficiência. Apesar disso, as necessidades delas e seus desejos são tão fortes quanto os meus e os seus. Essas pessoas querem estar informadas, querem estar no Orkut, querem usar todos os recursos do seu celular e querem acompanhar as novas tendências, assim como você faz!



Felizmente já existem algumas soluções, apesar de limitadas, para essas pessoas.



Acessórios e mouses e teclados adaptados permitem que pessoas com dificuldades motoras utilizem o computador com certo esforço. Novas soluções de hardware estão surgindo, utilizando o movimento dos olhos, da boca, da cabeça ou outros membros que permanecem funcionais, mesmo que parcialmente, para controlar o movimento do ponteiro do mouse e para realizar a digitação de texto. Porém o acesso a todas essas soluções é muitíssimo limitado, tanto pelo alto custo como pelo isolamento acadêmico de muitas descobertas, que morrem sem apoio financeiro nem interesse comercial.



Deficientes auditivos ainda carecem de muitas soluções, mas algumas já tem facilitado suas vidas. Para pessoas com baixa audição, o avanço na tecnologia dos aparelhos auditivos tem trazido melhorias substanciais. Para as pessoas surdas, um grande avanço foi o recurso Closed Captions, que permite que as operadoras de televisão enviem junto com sua programação uma legenda opcional (oculta, pois o telespectador escolhe no aparelho se quer visualizá-la ou não). Para utilizar essa tecnologia, porém, é necessário ter um televisor compatível (apenas os mais recentes são) e também que a emissora envie o sinal da legenda, o que não ocorre em muitos programas. Porém, o grande avanço para os deficientes auditivos está justamente na comunicação por texto e outros recursos visuais que a Internet permitiu desde seu início e que também os celulares permitem hoje. A interação e o convívio dessas pessoas com outras não surdas ficou mais fácil através dessas novidades.



Os deficientes visuais só conseguiram utilizar muitas dessas tecnologias recentemente. A Internet e a Web são baseadas em texto e conteúdo visual, impossibilitando já nos seus primórdios que os deficientes visuais também utilizassem esses recursos. Já na década de 1980 surgiram alguns computadores com sintetizadores de voz, capazes de transformar um texto digitado em voz. Porém esses equipamentos eram limitados e normalmente construídos para aplicações específicas. Apenas recentemente essa tecnologia chegou aos computadores pessoais, nos softwares conhecidos como TTS (text-to-speech, texto para fala). Inicialmente esses aplicativos também eram bastante pobres, limitando-se a realizar a leitura de arquivos de texto já existentes ou um texto digitado no ambiente do software. Os sistemas operacionais (Windows, DOS, Linux) porém, permaneciam inacessíveis para os deficientes visuais e estes necessitavam de auxílio de outra pessoa para iniciar e operar o programa de leitura de textos. Em seguida surgiram alguns aplicativos que tornavam o sistema operacional, ou pelo menos suas funções básicas, acessível ao portador de deficiência visual, agregando também ferramentas para a Internet, como e-mail, navegador e bate-papo. A partir de então, cegos puderam pela primeira vez receber conteúdo escrito por não-cegos e escrever e serem lidos. Antes,  apenas com a escrita Braille, não era possível essa troca de igual para igual. Apesar de permitir novas experiências para pessoas cegas, esses softwares tinham e ainda tem muitas limitações. O usuário ainda precisa, com certa freqüência, do auxílio de outra pessoa para operar um computador e também conhecer as peculiaridades do sistema operacional onde está trabalhando, pois nem todos os caminhos são intuitivos.





Com a popularização da banda larga, multiplicou-se o uso de conteúdo multimídia na Internet e hoje os deficientes visuais passam por uma nova dificuldade para ter acesso aos diversos recursos da web. Os programas que existem hoje para eles, os Leitores de Telas como são conhecidos, não conseguem 'ler imagens' ou mesmo ler o texto que está em imagens de sites, assim como não podem 'explicar' a seqüência de imagens de um vídeo do YouTube. Muitas páginas, também, são construídas apenas através de conteúdo multimídia, como Flash e outros. Essas páginas não podem ser interpretadas pelos leitores de tela, pois todo seu conteúdo são na verdade imagens. Inclusive os textos delas, na maioria das vezes, são imagens e não um formato legível para o software.





Nesse momento, acredito ser muito difícil contornar esses problemas apenas melhorando os softwares de Leitura de Telas. É necessário que quem cria conteúdo para a Web esteja ciente da necessidade de tornar esse conteúdo acessível também para deficientes visuais. Precisamos conhecer o conceito de Acessibilidade na Web. Assim como hoje buscamos a acessibilidade física, com rampas de acesso, portas, corredores e elevadores que permitam a passagem de cadeirantes, banheiros adaptados e tudo mais, também temos que buscar essa mesma acessibilidade para a informação em meio digital, não só para deficientes visuais, mas para todos que tenham algum tipo de deficiência que dificulte o acesso através dos meios tradicionais. Já existem alguns serviços na Internet que fazem uma verificação do seu site e emitem um relatório com as orientações para torná-lo acessível. O serviço em português mais completo que conheço é o 'DaSilva', que mostra relatórios muito completos e define as prioridades para as modificações a serem feitas no site. Se você possui um site, um blog, não deixe de verificar nesse serviço o nível acessibilidade dele. Faça as modificações ou publique uma versão adaptada de seu site e permita que mais pessoas tenham acesso a seu conteúdo!



Faço aqui um DESAFIO!!



Existe um software para leitura de telas que possui código aberto e é gratuito, o NVDA. Baixe esse programa (clicando aqui), instale e rode ele no seu Windows. Não esqueça de ligar o áudio de seu PC e preferencialmente use fones de ouvido.



Agora o mais importante! FECHE SEUS OLHOS! Use uma venda!



Pronto! Você está tendo a possibilidade de experimentar o uso de um computador utilizando os mesmos recursos e limitações de uma pessoa cega.



Tente utilizar seu PC sem utilizar a visão e volte até meu blog e tente ler as postagens. Acesse também a versão mais acessível do meu blog utilizando o link na parte superior da página. Perceba as diferenças.



Vamos, deixe de ser preguiçoso! Tenha uma experiência diferente! Aceite o desafio!

Faça o teste, volte aqui e deixe seu comentário.


A desinstalação do NVDA é muito simples e pode ser feita a qualquer momento. Não se preocupe com isso.
Se você tiver alguma dificuldade para instalar o programa entre em contato comigo. As dificuldades no uso, deixo por sua conta!

quarta-feira, 16 de julho de 2008

"Brasileiros dizem ser os primeiros no mundo a desbloquear o iPhone 3G"

Realmente não existem mais limites geográficos para o conhecimento.

Sintam a emoção do cara... Que massa...


O fato de o iPhone ser vendido bloqueado tem apenas um efeito: motivar pessoas do mundo inteiro a estudarem eletrônica e programação para encontrar uma forma de desbloquear o aparelho. Alguns espertos, como esses brasileiros, aproveitam para ganhar um trocado. Outros, mais espertos ainda, divulgam a solução abertamente e o tal bloqueio já não serve pra muita coisa.

Agora é esperar o preço pelo qual vamos poder comprar o iPhone 3G aqui no Brasil. Até o momento os indicios são de que teremos que pagar muito caro pra acompanhar o resto do mundo. Para vender o iPhone a um preço mais acessível os demais aparelhos também teriam que ter seu preço reduzido por aqui, coisa que não está acontecendo e nem deve acontecer tão cedo.

Mas tenham certeza que, quando qualquer operadora lançar o iPhone, o preço da propaganda vai ser muito atraente. Ao lado da foto do aparelho, em letras minúsculas, vai estar a condição do plano de 1.000.000.000 de minutos que deve ser contratado para que o iPhone seja levado pelo preço anunciado. E ainda vão dizer que o preço do iPhone no Brasil vai ser bem parecido com o preço em outros países... Lá levam em qualquer plano por aquele preço... Aqui... Bem, você já sabe...

Claro que tem uma série de outros fatores envolvidos nessa questão do preço de venda dos aparelhos. Lá fora quem compra um iPhone usa todos os seus recursos e consome muito mais em serviços da operadora do que os brasileiros pocotós que compram o iPhone sem saber sequer mandar uma mensagem de texto.

Mas, vamos aguardar...

Acesse aqui o site dos responsáveis pelo desbloqueio.

terça-feira, 15 de julho de 2008

Linhas de Tempo

Encontrei na Web, há alguns dias, um serviço muito interessante para criar Linhas de Tempo. O uso é muito simples e intuitivo: você apenas escolhe a data, denomina o evento e adiciona uma descrição. Adicionar imagens para cada evento também é possível. O aplicativo cria, então, a linha do tempo em uma formatação já pré-definida.

Além disso também é possível criar quantas linhas de tempo você quiser. Você pode criar uma para sua vida, outra pra vida do seu cachorro, pra história da sua empresa ou o que mais você imaginar.

Depois de criar as suas Linhas de Tempo você também pode compartilhá-las e deixá-las disponíveis para quem quiser acessar.

Achei legal o serviço pela facilidade e simplicidade de uso. Talvez seja útil inclusive para educadores ou mesmo empresas buscando uma forma cronológica de apresentarem algum conteúdo. Faltam alguns recursos, como por exemplo compartilhar a linha de tempo apenas com uma lista de convidados, espaço para mais caracteres na descrição do evento, recursos de mídia (adicionar vídeos, etc) e edição colaborativa. Mas o serviço é novo e deve melhorar com as sugestões de usuários malas, como eu.

Fiz alguns testes e agora estou montando uma Linha do Tempo da História de Panambi, nosso querido e agradável município... (cof! cof! cof!)

Aos poucos vou agregando mais informação para ter a história do município acessível de forma rápida e simples. Se você lembrar de algum evento importante ou interessante da história de Panambi pode me mandar um e-mail sugerindo a adição na Linha do Tempo.

História de Panambi:


Uma outra Linha de Tempo legal, a história do Programa Espacial da NASA:

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Sociedade Virtual

Hoje estava dando aquela investigada na vida de alguns amigos no Orkut e comecei a pensar em como isso tudo era antes dessas redes sociais na Internet.
Sou muito jovem (hehe...), mas cresci e vivi toda minha infância sem sequer sonhar com esse nível de interação virtual que temos hoje. O Orkut ainda é fraco na questão da interação, mas é o mestre na exposição virtual das nossas vidas. Outras redes, como o MySpace, priorizam a interação entre os usuários e disponibilizam ferramentas muito interessantes pra manter contato com os amigos, compartilhar desejos, experiências, gostos musicais e tudo mais. Nos últimos meses o Orkut também tem se dedicado a aprimorar suas ferramentas de interação.

A tradicional 'fofoca' agora está definitivamente virtualizada e planificada. Não interessa em que lugar do mundo você mora, todos podem saber o que você anda fazendo, que festas está frequentando, onde está trabalhando e por aí vai. E não adianta nem deixar de colocar fotos ou vídeos no seu perfil. A gente olha o perfil do amigo e acha você lá, dando risada naquela festa que disse estar horrível.
Nas comunidades a gente descobre de tudo. Desde visão política até bebida preferida. Mesmo ocultando alguma informação no perfil, acabamos nos entregando com as comunidades das quais participamos e com as interações que mantemos com outros usuários. Temos as opções de privacidade também, mas algo acaba escapando.
Mas e aí vem um dúvida que sempre desperta em minha mente:

Será que esse sujeito do Orkut, do MySpace, é o mesmo na vida real?

Muita gente acaba criando no cyberespaço um personagem que vive uma realidade diferente daquela do mundo físico. O perfil do orkut gosta de esportes radicais, mas o sujeito real se borra de medo e não pratica nenhum. O perfil é católico ortodoxo, mas ele nunca frequentou nenhuma Igreja.

E depois vem outra pergunta: mas, e daí?

Antes de ter Orkut e MySpace esse sujeito simplesmente mentia ao vivo as mesmas coisas. Fantasiava uma vida que ele queria e quase acreditava que vivia aquilo. Conheci pessoas assim e você certamente também conhece. Agora é virtual.

Mas a discussão sobre essa perda de privacidade é muito grande a apavora muita gente. Porém, cada um de nós está com seu personagem lá por que assim quis; por que hoje isso faz parte da nossa vida social.

O que não dá pra esquecer é que toda informação que está lá é criada por pessoas, por você mesmo. E, em geral, uma falha, uma informação privativa que é usada de forma maléfica, não é culpa da Internet, do Orkut ou do Bill Gates (até se aposentou, coitado! Hehe...). A culpa é sua, que não soube usar as ferramentas disponíveis, que foi ingênuo. E se você foi ingênuo no mundo virtual, certamente é também na vida real.

Volto a lembrar da minha infância. Agora sim tenho preocupações. As crianças. Quando saía de casa, minha mãe dizia: não aceita carona de gente que você não conhece, não come nada que gente estranha oferecer, olha pros dois lados antes de atravessar a rua, não vai muito longe, e mais uma lista de coisas que variava de acordo com a situação. Eu achava isso um saco, era uma criança ingênua como qualquer outra, daquele tempo ou de agora. Hoje sei que era importante, que ajudou a me manter vivo.

Mas e será que hoje, quando as crianças vão pra frente dos seus computadores, os pais dão todos esses avisos? Até onde elas podem ir? Com quem podem falar? Que propostas podem ou não aceitar? Que conteúdo é aceitável para elas? O que podem ou não dizer? Que informações podem ou não revelar?

O que vejo hoje são muitos pais pensando que isso se aprende na escola e que a Internet é uma distração interessante para seus filhos não tomarem seu tempo precioso. Enxergam o computador como a geração anterior enxergava a televisão, porém hoje do outro lado da telinha tem alguém espiando, estamos numa via de mão dupla.

Assim como meus pais controlavam minhas atividades e davam recomendações para que eu criasse meu discernimento social, hoje as crianças precisam também de orientações para desenvolver seu discernimento virtual. Infelizmente os pais de hoje não cresceram com a cultura da sociedade virtual e não sabem como lidar com ela nem como orientar seus filhos (estou generalizando... há exceções, claro!).

Não tenho como pregar muita moral aqui. Não sou pai ainda. Mas vejo coisas assim acontecendo e queria trazer essa discussão.

Penso que em alguns anos, uma próxima geração de pais que já estão habituados com a malandragem e os perigos virtuais conseguirão orientar seus filhos sobre isso com mais destreza, assim como meus pais, conheçendo as maldades de sociedade onde cresceram, puderam me orientar. Estamos vivendo uma fase de transição muitíssimo interessante, iniciada nos anos 90 e intensificada nos últimos anos com a socialização de tecnologias e facilidade de acesso a computadores e à Internet.

E você? O que pensa sobre o assunto?
Você pensa?
Hehe...

Abraço!!


quinta-feira, 22 de maio de 2008

É preciso evoluir...

REDMOND, Wash., May 21 /PRNewswire-FirstCall/ -- Microsoft Corp. is offering customers greater choice and more flexibility among document formats, as well as creating additional opportunities for developer and competitors, by expanding the range of document formats supported in its flagship Office productivity suite.

The 2007 Microsoft Office system already provides support for 20 different document formats within Microsoft Office Word, Office Excel and Office PowerPoint. With the release of Microsoft Office 2007 Service Pack 2 (SP2) scheduled for the first half of 2009, the list will grow to include support for XML Paper Specification (XPS), Portable Document Format (PDF) 1.5, PDF/A and Open Document Format (ODF) v1.1.

When using SP2, customers will be able to open, edit and save documents using ODF and save documents into the XPS and PDF fixed formats from directly within the application without having to install any other code. It will also allow customers to set ODF as the default file format for Office 2007. To also provide ODF support for users of earlier versions of Microsoft Office (Office XP and Office 2003), Microsoft will continue to collaborate with the open source community in the ongoing development of the Open XML-ODF translator project on SourceForge.net.

Reportagem completa aqui.

Se eles não mudam, perdem espaço!Interessante a abertura, uma vez que a Microsoft vinha repudiando o ODF. Que venha o SP2 para os teimosos que não usam suítes Office livres possam abrir os documentos que crio no BrOffice! Hehe

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Pen Drive 2GB

Olá amigos e desconhecidos!!!

Estou vendendo pen drives de 2GB da Kingston (esse que aparece na foto). O precinho é camarada! Hehehe...
E pra quem quiser, posso entregar o pen drive com uma suíte de aplicativos que rodam direto dele já instaladinha. Essa suíte de programas ocupa pouco espaço e quebra um galho enorme na hora de usar PCs desconhecidos ou simplesmente pra levar tudo que você precisa no bolso. Veja alguns dos aplicativos incluídos:
- Firefox (Navegador para páginas da internet)
- BrOffice.org (Suíte de aplicativos Office)
- GIMP (Editor de imagens)
- E mais um monte de coisas...
Obs.: esses aplicativos virão instalados apenas para quem solicitar.

E se alguém precisar também consigo pen drives de 4GB, 8GB e 16GB. Esses não tenho em mãos, mas entrego em alguns dias.

Abraço e até logo!

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Nova cara do Orkut

Uma prévia da nova cara do orkut...

Finalmente vão mudar um pouco o visual... Aquele puro azul cansa...
Hehe...

Será que vão mudar aquelas letras malucas e safadas????

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

Celular é escolhido 2ª pior invenção humana

No mínimo estranho...

SÃO PAULO - O telefone celular foi escolhido a segunda pior invenção humana em pesquisa realizada pela publicação Focus, da BBC.

A publicação inglesa ouviu 4164 pessoas no Reino Unido. Cerca de 17% dos entrevistados apontaram os celulares como pior invenção. O telefone só perdeu para o quesito “armas”, considerado a pior invenção humana por 35% dos entrevistados.
No ranking das 10 piores invenções ainda aparecem a religião, a TV, o fast-food, cigarros e carros. Para os organizadores da pesquisa, o fato de invenções como carro e celular serem citadas entre as piores criações humanas é surpreendente.
Apesar de serem explorados pela publicidade como “objetos de desejo”, os carros e telefones celulares “podem não estar agradando as massas”, avalia o estudo.
Veja a lista das piores invenções, de acordo com a Focus:

  • Armas 35%
  • Telefone celular 17%
  • Usinas nucleares 9%
  • Televisão 9%
  • Sinclair C5 (um tipo de carro compacto) 9%
  • Automóveis 6%
  • Fast food 3%
  • Câmeras 3%
  • Religião 2%

sábado, 22 de abril de 2006

Que crime você cometeu?

Muita gente tem se preocupado com os últimos acontecimentos envolvendo solicitação de informações pessoais de usuários pela justiça (em diversas partes do mundo) à empresas como Google, Microsoft, MSN, etc.

Bom, acho que só deve se preocupar mesmo quem faz algo realmente criminoso. Ou você acha que alguém vai viajar todos os trilhões de bits que circulam pela rede pra ficar sabendo da vida de todo o mundo?? Impossível? Não. Mas um tanto dificultoso e sem sentido. Se as empresas começarem a revelar dados de seus usuários, vão começar a perdê-los e o interesse comercial dessas empresas ficará arruinado. Além disso, o volume de informações é muito grande e investigar a vida pessoal de milhões de pessoas não teria sentido.

Antigamente você mandava cartas, telefonava. E a justiça solicitava um grampo telefônico, invadia sua casa (*com um mandado*) e recolhia suas correspondências, agendas, etc. Agora tudo isso é virtual. Nada mais lógico do que a justiça também evoluir e ter as ferramentas virtuais a seu favor. Pense bem, não estou defendendo que a sua vida virtual deva ser exposta. Mas acho que se alguém for realmente suspeito de algum crime, ou notoriamente culpado, a justiça deve poder ter acesso a correspondência virtual dessa pessoa para facilitar a obtenção de provas, localização, prisão, etc.

De resto, se as empresas quebrarem de forma descontrolada o sigilo de seus usuários, elas estarão dando um tiro de canhão nas suas bases. E, pessoalmente, penso que isso não vai acontecer.

Enquanto isso, vou aproveitando o que a tecnologia pode oferecer para facilitar o dia-a-dia ou trazer diversão. E, se for cometer algum crime, não vou deixar provas virtuais... Nem reais... Hehe...

segunda-feira, 3 de abril de 2006

iPod Shuffle


Como prometi no último post vou tecer aqui, brevemente, minhas impressões sobre o iPod Shuffle.

O aparelho se destaca principalmente pelo design, peso e pela ausência de slot para pilha. Branco, leve e extremamente simples, o Shuffle conta com uma bateria interna que é carregada automaticamente ao conectar o dispositivo na porta USB do computador.

Com apenas um conjunto simples de botões é possível operar o tocador de música digital, que irá tocar as canções ou em ordem aleatória (por isso 'Shuffle'), ou na sequência definida na hora de transferir as músicas. Aí temos um ponto importante: só é possível tocar músicas no seu iPod Shuffle se elas forem transferidas usando o software iTunes (da Apple, fabricante do iPod). Existem versões do iTunes para Windows e Mac. Usuários Linux precisam recorrer a outros softwares, como o amarok.

Logicamente você pode usar o Shuffle também como um simples pen-drive, largando qualquer tipo de arquivo nele, inclusive arquivos de música, mas que não serão tocados se forem apenas copiados para a memória do iPod.

O ponto negativo do Shuffle é a ausência de display, para visualização dos títulos das faixas e navegação pelas músicas, e também a ausência de opções de equalização do áudio.

Talvez o ponto forte do iPod seja justamente o seu design e os serviços que fazem referência a ele, com o software iTunes e a febre dos podcasts. Também seu preço é competitivo, quando comparado aos players de marcas como Sony, Panasonic, Hp e outras.

Se você tiver interesse em adquirir um iPod, visite http://universalav.blogspot.com e solicite cotação, sem compromisso.

sexta-feira, 31 de março de 2006

iPod

Faz tempo que estava querendo comprar um, mas só agora apareceu a oportunidade.

iPod Shuffle (vulgo iPod de pobre... hehe)

Nós próximos dias irei postar minhas percepções sobre o eletrônico mais cobiçado pelo público jovem no momento.

E pra testar o que a internet nos oferece, vou iniciar a postar também em áudio e adicionarei um feed de podcast. Se você não sabe o que é isso, aguarde os próximos posts... Não sei se vou postar sempre em áudio, mas pelo menos vou testar. Se ficar bom e se for prático, continuarei.

Ah, na empresa temos uma promoção especial de gravador de DVD: apenas R$ 189,00!!
Clique aqui e confira.

terça-feira, 21 de março de 2006

Software livre chega às máquinas-ferramenta

Software livre chega às máquinas-ferramenta
Da redação
14/03/

Tornos, fresas e máquinas de corte a laser são apenas alguns exemplos de equipamentos industriais hoje totalmente controlados por computador. Esses computadores - ou controladores de máquinas - são equipamentos digitais dedicados, rodando programas feitos para cada máquina e, em alguns casos, projetados para que a máquina execute apenas uma tarefa específica.
É aí que começam os problemas: não é fácil - algumas vezes é virtualmente impossível - alterar esses programas, para que o equipamento possa ser utilizado com maior flexibilidade.
Agora, um grupo de pesquisadores europeus, reunidos no projeto OCEAN, criaram um padrão de software aberto que deverá permitir que as empresas alterem os programas de seus equipamentos industriais, além de manter a propriedade intelectual sobre essas alterações.
O projeto OCEAN estabeleceu um padrão para o desenvolvimento de módulos utilizando programas livres. "Nós utilizamos Linux, RTAI e Real Time Corba, todos sistemas bem conhecidos, desenvolvidos sob os princípos de código aberto," explica o gerente do projeto, Fabrizio Meo.
Ao invés da "caixa-preta" que hoje são os programas desses equipamentos industriais, agora será possível que diversos módulos troquem informações de forma padronizada, evitando que, para se alterar o processo executado por uma máquina, por exemplo, tenha que se reconstruir todo o software; o problema poderá ser resolvido apenas com a substituição ou adição de um novo módulo.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2006

Linux e outros softwares


Olá amigos!

Bom, como a maioria de vocês já sabem, sou um defensor do uso de Software Livre. Lembrem-se apenas que 'Livre' não tem nada a ver com 'Grátis'. São conceitos diferentes. Mas o objetivo desse post realmente não é entrar nesses méritos. Para saber mais sobre os princípios do software livre clique aqui.

Mas continuando, só queria dizer que estou fornecendo cópias de uma versão do Linux extremamente fácil de usar e que roda direto do CD. Se você gostar, pode então instalá-la no computador. Essa versão está totalmente em português e vem com um caminhão de softwares instalados, incluido a suite OpenOffice.org (compatível com Micro$oft Office), aplicativos de acesso à internet, navegadores, editores de imagens, tocadores de mp3, dvd, etc.
Mesmo rodando do CD o Linux reconhece tudo que está no PC, com raras exceções. Em geral, acesso à internet, rede, placa de som, vídeo, funcionam normalmente e até melhor que no Ruindows.

Tá bom, tá bom... Eu sei... Tem coisas que por enquanto ainda não é tão fácil fazer no Linux. A solução é simples. Mesmo instalando o Linux no HD, é possível manter o windows que você tem instalado e ora acessar um, ora outro, sem dificuldade nenhuma.

Se você tiver interesse, apenas entre em contato comigo e peça a sua cópia. Depois é só buscar ou eu envio pelo correio. Como eu disse, Livre não significa gratuito. Mas não se assuste, vou cobrar um valor apenas simbólico, para cobrir os custos da gravação, consumo de neurônios e, se for o caso, do envio pelo correio. Nada mais.

Mas se você é vítima das circunstâncias (embora eu pense que isso não existe) e precisa usar o Windows, também tenho uma vasta lista de softwares de todas as categorias. Diga-me o que precisa e vejo o que tenho disponível. A política de preço é a mesma. Apenas pra cobrir custos de gravação e consumo de neurônios. Logicamente tenho também diversos programas para Linux.

terça-feira, 10 de janeiro de 2006

Sugestão de Download

Você está cansado da lerdeza e dos constantes erros do Internet Explorer?
Quer melhorar a forma como você acessa a internet?
 
Seus problemas acabaram!!
 
Hehehe
 
Faça o download do Firefox e tenha uma nova experiência com a Internet.
 
Clique no link que está na seção de Links (ao lado >>) e faça o download.